Engraçado como as coisas são. Tava olhando o site da Caloi e me toquei de que, devido ao velho slogan eu fiz um amigo no meio de uma corrida em um lugar que é ícone para ciclistas em todo o mundo: o Mont Ventoux, na França.
Durante a L'etape du Tour de 2009, fazendo a subida do Ventoux, estava passando por um cara usando uma camisa da Caloi. Naquele ano eu não tinha visto muitos brasileiros na corrida e querendo tirar a mente do esforço da subida quis falar com ele. E automaticamente me saiu da boca: "ei, não esquece a minha Caloi".
O cara riu e começamos a conversar. Acabamos, à duras penas, fazendo a subida juntos. Ano passado, por outra coincidência o vejo durante a corrida e acabo de entrar em contato com ele. Estou indo prá São Paulo e estamos organizando de fazer uns treinos juntos. Talvez se ele não tivesse com a camisa da Caloi eu não tivesse falado com ele e não tivesse feito mais um amigo.
Minhas Bicicletas
Mas a vida segue e como criança nascida em 73 e que os pais não tinham nenhuma aspiração muito esportista, passei pela série de bicicletas obrigatórias: caloi berlineta, cruiser, etc. Tive as minhas bicicletas pela vida até chegar finalmente a uma verdadeira roda bike. Aqui vai a lista que me fez muito feliz durante a vida toda e também muita raiva algumas vezes.
Fiquei com essa bicicleta até os meus 13 ou 14 anos. Ela já estava pequena para mim ao ponto de eu acabar me cortando nas malditas porcas que seguravam o guidon no quadro. Minhas pernas já eram grandes demais e ainda hoje tenho duas cicatrizes nos joelho esquerdo... Mas era época de super inflação e com outros 3 irmãos para ganhar bicicletas a coisa era assim mesmo. Andei muito com ela e conheci grande parte dos bairros ao redor da minha casa.


Organizadores verificam se todos os ciclistas estão bem congelados.
Ontem fomos ao nôno circulo e voltamos. Não ao céu, mas à uma resolução de treinar sozinho. O que antes era a motivação para treinar, se tornou a completa desmotivação para sentar na bike. Entre 35 ciclistas, não vi coleguismo nem companheirismo e decidi que a motivação não é mais participar de um grupo mas de fazer números em competição. O treino de 80 quiolômetros, que deveria ser uma volta tranquila com o time do trabalho se tornou um inferno dantesco. Satan estava lá abanando suas azinhas e deixando todo mundo congelado com tanta água, frio e uma série de pneus furados.
Ao todo foram 8 pneus furados e a cada vez o grupo inteiro parava para esperar o pneu de alguém ser trocado. O resultado é que o corpo esfriava ao ponto do corpo começar a tremer e os dentes baterem. A temperatura estava por volta dos 3 graus mas o vento e a chuva que não parou um segundo davam a sensação térmica de abaixo de zero. Para piorar, os "organizadores" da volta não se adaptaram a situação e decidiram continuar com o plano dos 80 quilômetros. O que poderia ser cortado em pelo menos 20 se a gente desistisse de fazer loops em uma área com algumas subidas. Vale salientar que eu estava usando toda a minha roupa de inverno...
E para piorar, faltando 25 kms para a chegada tive que baixar minha velocidade para 15kms/h . O motivo é que eu estava com vontade incontrolável de fazer xixi e decidi parar já que o grupo estava indo bem devagar. Eu conseguiria alcançá-los facilmente. Depois de feito o xixi, comecei a pedalar e quando já vejo o grupo percebo que uma das novatas tinha ficado para trás. Quando chego perto descubro que ela estava completamente esgotada, desorientada e mal pedalando. Para encurtar a estória, fiquei para ajudar, perdi o grupo e tivemos que fazer o caminho de volta sozinhos aos 15kms/h. E para piorar, ela não conhecia o caminho e estaria completamente perdida. Não tinha como deixá-la para trás.
Nessa velocidade meu corpo não esquentava nada. Lutar contra o frio com o ritmo cardíaco de 110 bpm é uma batalha perdida. Levamos tanto tempo para chegar que a hipotermia estava me pegando. Ao entrar no prédio da chegada eu tremia tanto que nem conseguia tirar a roupa para tomar um banho quente. Tive que me encostar em um aquecedor para conseguir tirar as botas, casacos, etc. Tudo encharcado e gelado. Passei uns 40 minutos embaixo do chuveiro quente para esquentar. E a minha bronca no lance todo é que não era minha responsabilidade ajudar a mulher. Era responsabilidade dos organizadores, que deixaram os novamos para trás nas piores condições imagináveis. Com esse grupo só saio agora se for para voltas obrigatórias... E espero não ficar doente.
Ontem fiz minha sessão de ginásio com 15 minutos de aquecimento na bicicleta de spinning, várias séries de agachamento (peso nas costas, peso na frente, beso na frente por baixo), alongamento para as costas e abdominais e fechando com mais 15 minutos de volta à spinning bike (boa frequencia (90rpm), pouca resistência para recuperação). Um total de 1hora e 20 minutos.
Tomei o meu shake de proteína no final e foi tudo bem. Mas à noite minha garganta começou a arder um pouco e eu já aprendi que é o meu corpo me dando o primeiro sinal de que vai fechar prá balanço. Melhor escutar o que o corpo está dizendo do que pagar com uma parada de mais de uma semana. Como tinha feito o mesmo treino na segunda-feira, achei que estava bom relaxar hoje e não ir para a volta de mountainbike com o grupo do trabalho. Uma pena porque eu estou realmente gostando dessas voltas.
Mas minha dúvida agora é: já estou começando a entrar em overtraining? Como pode ser se a quantidade de horas semanal ainda é pequena? Por volta de 6 horas. Ou ainda é o frio do inverno baixando minhas defesas? Tenho que comer mais? Ou comer melhor? Estou com alguma alergia ou é o stress? Bem, é um monte de pergunta. Tenho que pensar... principalmente se estou com aquela pulga atrás da orelha sobre triatlon.
Domingo tem volta com o time do trabalho na estrada: 80 quilômetros basicamente planos, com alguns sprints de grupo e algum tempo esperando os retardatários (esfriando). É esperar que o frio não esteja como ontem: - 6º C.
Finalmente o tempo deu uma melhorada e o treinamento voltou prá estrada. No fim da semana passada, quinta-feira, fizemos 20 kms de mountain bike. Uma rota nova para mim com muitas subidas técnicas, lama e raízes de árvores. Algumas quedas e coração disparando para os 180 bpms constantemente. No sábado, 65 quilômetros contra o vento frio. Segurando o coração nos 130 bpms. Uma boa volta, apesar de chegar em casa com os pés congelados.
Hoje foi dia de ginásio. Uma hora feita de 15 minutos de corrida e o resto de squats. Com diversos pesos e atenção na postura para me curar do muted hips.

Se a rota não for conhecida, anoto os pontos de navegação em post-it. Plastifico-o com fita adesiva e coloco na bicicleta (que fica no quartinho de despejo atrás da casa). Verifico pressão dos pneus, luz se necessário, bomba para encher pneu, bolsa para emergência (duas câmaras de ar, dinheiro, paracetamol, desembeiçador de pneu). Preparo as garrafas: uma com energy drink (1litro) outra com água (1 litro). A do bico aberta é a de água e vai na parte de trás do quadro. Separo a comida: barras energética de cereais, gel energético, 1 banana e sanduíches com geléia (que serão feitos pela manhã): um item para cada hora de treino. Coloco tudo ao lado das garrafas, perto da porta de saída dos fundos.
Vou ao quarto e separo a roupa de treino na seqüência que vou vestir: meias de perna inteira, calção de ciclismo, o sensor de ritmo cardíaco, camisa interna, camisa externa com bolsos, cobertores de braços e casaco térmico ou de chuva e meias. Colocar tudo no banheiro para fácil acesso pela manhã. Pegar também: sapatos, óculos escuros, gorro, computador da bicicleta, chave da casa e luvas e colocar dentro do capacete. Colocar tudo ao lado das comidas perto da porta de saída. Ir para cama, colocar despertador para 30 minutos antes da hora de saída. Dormir.
Acordar às 6:00 da manhã. Ir pro banheiro. Primeiro coloco as meias compridas (ainda bem que nunca ninguém me viu nessa hora), depois o calção, sem colocar as alças do ombro. Agora é o sensor de coração, com a ritual lambidinha no dedão para umedecer o sensor. Um de cada lado. Agora vem a camisa interna e agora sim as alças do calção. Em cima, vai a camisa e as proteções para o braço. Meias terminam a preparação roupística. Pego o casaco térmico e desço para sala. Colocar o casaco agora é garantia de superaquecer. Antes de descer, olhadinha na filha dormindo prá dar boa sorte...
Enquanto o café é feito, faço uma banana machucada com cereais (tipo farinha láctea) e como. Bebo café com pão branco com geléia e, enquanto o comprimido de vitamina C dissolve no copo de água, preparo os sanduíches: pão com geléia, bastante geléia. Coloco toda a comida nos bolsos das costas. Barras no bolso esquerdo, banana e gels no bolso do meio, sanduíches no bolso da direita. Fácil de lembrar durante o treino ou corrida.
Volto prá sala e coloco o gorro e o capacete. Gorro cobrindo orelha e então coloco os óculos escuro por cima do gorro para não machucar orelha. Incrível como esses óculos de competição são apertados. Pego o computador e coloco preso na perna do calção. Pego as luvas e enfio entre minha barriga e a camisa. Pego sapatos, garrafas de água e chaves da casa e saio pela porta da cozinha até o quartinho de despejo. Coloco garrafas de água na bike. Energy drink na frente, água atrás. Tiro computador do calção, coloco na bicicleta e dou uma rodada na roda dianteira para ver se está funcionando.
Calço o sapato direito, apertado mas não demais. Sempre o direito primeiro. Coloco o protetor de frio, que está sempre ao lado da bicicleta. Calço o sapato esquerdo e o protetor, que sempre dá mais trabalho e o pé dói mais (Velha queda de skate que sempre dói no frio...). Saio com bicicleta pela porta dos fundos da casa. Olho o relógio: 6 e meia da manhã. Bom. Coloco as luvas, sento na bicicleta e dou um balancinho prá ver se não há nada solto. Dou as primeiras pedaladas bem devagar, umas mudanças de marcha. Duas prá cima, uma prá baixo. Tudo funcionando. Faço uma curva prá direita e outra prá esquerda e estou na estrada. Assim cedo vai estar sempre frio e escuro até o mês de março/abril e o ritual vai diminuindo pelo número de roupa.
Não há ninguém na rua. Afinal é domingo e a maioria das pessoas só vai acordar daqui a duas horas. Gosto dessa primeira hora. Depois é encontrar alguém dos companheiros para as próximas 4 ou 5 horas de pedalada...
Hoje foi dia de treino leve para me recuperar da gripe. Fiz 20 quilômetros até a ponte em Vianen e voltei. Estou de volta ao treino de baixa intensidade: velocidade não é importante. O importante é não deixar o coração passar de 130 batidas por minuto. E não deixar baixar de 125bmp. O que parece um treino fácil, porque você vai devagar e todo mundo passa de você, na verdade é bem forte. Porque você tem que manter o coração o máximo próximo dos 130, você não relaxa e mantêm a baixa intensidade o tempo todo. Incluindo quando está descendo.
Nunca relaxa.
Essa semana vou seguir com um treino leve para ver como o corpo reage. Dia 27 tem a primeira corrida do time da Nike e sábado Uazir vai pegar a bike nova dele. Então será mais um companheiro para pedalar.

Estou doente. Quer dizer, já estou na recuperação (lenta ladeira acima). Mas dessa vez o vírus que me pegou foi forte. Depois da volta de mtb da semana passada eu acordei na sexta-feira com a garganta ardendo e com muita tosse. A coisa degringolou no final do dia com uma febre de 39 graus e muita náusea. E assim foi o fim de semana. Finalmente na terça-feira à noite que comecei a melhorar. Agora é quinta-feira, vou perder a volta da semana e o fim de semana vou relaxar. Um pequeno contratempo no começo do meu ano em treinamento.
Mas também um bom momento para dar uma olhada em alguns blogs que me foram indicados. O blog do Max (http://maxkonabikes.blogspot.com/) é um que venho acompanhando (incluindo os blogs que estão listados nos links). E aí começou uma coceira no fundo da minha mente: triatlo. Talvez seja a forma de manter o ciclismo vivo se voltar ao BR...
DOMINGO 6 FEVEREIRO 2011
FITNESS
Monday Jan 31, 2011
Peso: 76 kgs
Rowing/remo = 15 min - 85 watts avg /
Squat weigh in back/Agachamento peso nas costas = 40kg 3 sets/7reps
Squats weigh in front/Agachamento peso na frente = 20kg 2 sets/12reps
Senti uma fisgada na parte traseira da coxa direita. Parei o treino e fiz 15 minutos de spinning para relaxar o músculo.
BIKE RIDE
Quinta 2 fevereiro 2011
Peso: não registrado
Mountain Bike Ride : 17 kms
Ride time: 1h25m
TOTAL TRAINING TRACKING:
Gym work: 10 h - 5200 kcal
Ride time: 5 hrs - 97kms - 4400 kcal
BRASIL:
Distancia: 168 kms
Tempo: 8 horas e 13 minutos
calorias: 5794 kcal

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Essa é a primeira parte do review do que eu eu chamo de Volta de Natal Central que fiz no dia 10 de Janeiro. Esta é sempre a minha primeira saída quando estou em Natal de férias. É uma volta curta, de 30kms, mas com alguns desafios pelo caminho. Principalmente se o jetlag ainda está no seu sistema. O percurso não é muito original mas traz um bom apanhado das melhores subidas da região central da cidade. Também é bom para o corpo acostumar com a bicicleta que tenho no Brasil. O que é por si só um desafio extra: uma monarq 10, com discos de 52 e 48 na frente e com catraca maior de 28 dentes. Tudo original em aço, ferrugem e sem pedal do tipo click.
Saindo do Conjunto dos Professores, ao lado do Campus da UFRN, sigo pela Roberto Freire até Areia Preta pela Via Costeira. A Roberto Freire é um bom lugar para aquecer os músculos. É basicamente plana e você só tem que ter atenção em algumas ruas vindo do lado direito e na hora de passar em frente ao Praia Shopping e os carros saindo de frente ao Banco do Brasil. Em frente ao Praia Shopping há uma pequena subida de 6% de inclinação. Mas é bem rápida. Depois é entrar na Via Costeira com uma bela descida de 7%.
Eu segui pela nova ciclovia já que não tive coragem de ir pelo asfalto. Muita gente falando de acidentes de carro por causa nas novas curvas (?). A Via Costeira é basicamente onde eu entro em ritmo de viagem. Subidas entre 3 e 5% de inclinação, mas todas curtas com um máximo de 400 metros. A ladeira mais longa é um pouco antes da entrada para Mãe Luíza. Depois é seguir por Areia Preta, Praia do Meio, Artistas e do Forte até a ponte nova para Redinha. Trajeto que é totalmente plano.
Atenção com os carros e os ônibus de turistas. Pela quantidade de gente na praia, eu prefiro dar uma reduzida na velocidade. Também pouco antes de chegar na ponte, há uma entrada de carro pela sua direita. É bom prestar atenção já que mesmo que você esteja usando as cores mais berrantes, você é invisível. E gente invisível não tem prioridade.

A ponte não é nada especial (veja perfil da subida acima). A entrada é bem pequena e você tem que procurar por ela. Eu não subi pelo asfalto, preferi a subida pela lateral (afinal não há muitos pedestres). Para entrar você tem que praticamente parar a bicicleta, entrar meio de lado e logo encarar um trecho de uns 130 metros com 4% de inclinação seguido de uns 200 com 8%. Porque você não tem velocidade nenhuma, a freqüência de pedalada estará muito baixa, o que significa começar a subida usando força em vez de ritmo (Principalmente se o seu disco na frente for de 48 dentes). Procure não exagerar pois ainda há 1 quilômetro de subida e você pode gastar todas as energias logo de cara.
Depois desse primeiro “acorda coração-língua de fora”, a coisa fica mais leve entre 5 e 7% até o topo. É a primeira subida de verdade do ano e fiquei feliz com o resultado: acho que gastei uns 35 minutos até ali desde casa. Aproveite para comer e beber enquanto o corpo esfria com a brisa do mar. E também porque a ponte é alta suficiente para você não sentir o cheiro do rio Potengi se a maré estiver baixa. A descida é rápida (todo santo ajuda), mas tome cuidado já que o piso é irregular e você tem que frear forte para sair da ponte.
Agora é relaxar no retorno pelas praias até a Ladeira do Sol. O grande desafio do dia. Quando eu era criança e morava no Tirol, a Ladeira do Sol era um obstáculo intransponível. Naquela época eu tinha uma Calói Cruizer e não se pensava em subir a ladeira com aquele “camelo” nunca na vida. A melhor opção quando ia jogar bola na praia do Forte era voltar pela ladeira atrás do Farol Bar. Mais longa mais menos íngreme. Agora com uma bicicleta um pouco mais leve, a coisa ainda mudou pouco. Olhando o resultado no computador da bicicleta, a ladeira não parece assim tão íngreme. Mas aparência engana.


FITNESS
Monday Dec 6, 2010
Rest/Descanso HR = 72bpm
Rowing/remo = 20 min - 98 watts avg / 130 bpm avg
Squat weigh in back/Agachamento peso nas costas = 40kg 3 sets/7reps
Squats weigh in front/Agachamento peso na frente = 20kg 3 sets/12reps
Back extension = 85kgs 3 sets/12reps
BIKE RIDE
Wednesday Dec 8, 2010
Mountain Bike Ride : 20 kms
Ride time: 1h45m
Avg HR: 150bpm
FITNESS
Thursday Dec 9, 2010
Rest/Descanso HR = 80bpm
Rowing/remo = 20 min - 102 watts avg / 128 bpm avg
Squat weigh in back/Agachamento peso nas costas = 50kg 3 sets/7reps
Squats weigh in front/Agachamento peso na frente = 24kg 3 sets/12reps
Back extension = 85kgs 3 sets/12reps
Leg knee = 28kgs 3 sets/7 reps
TOTAL TRAINING TRACKING:
Gym work: 8 h - 5100 kcal
Ride time: 3 hrs - 80kms - 3500 kcal
thu dec 2, 2010
Rest/Descanso HR = 70bpm
Rowing/remo = 20 min - 102 watts avg / 130 bpm avg
Squat weigh in back/Agachamento peso nas costas = 40kg 3 sets/7reps
Squats weigh in front/Agachamento peso na frente = 20kg 3 sets/12reps
Back extension = 85kgs 3 sets/12reps
TOTAL TRAINING TRACKING:
Gym work: 6 h - 3500 kcal
Ride time: 2 hrs - 60kms - 2500 kcal
